Vigilantes da Autoestima

Atitudes que transformam sua vida


01/07/2011


Dia 128 - As caixinhas de Lea van Steen

Eu sempre fui "estranha", quer dizer, sempre fui um pouco eremita. Apesar de ter quatro irmãos, eu brincava sozinha num mundo, digamos, paralelo. A imaginação rolando solta. Mesmo extraordinariamente extrovertida, também cresci mais pra sozinha do que em grupo. Quando eu tinha uns 20 e poucos anos, um "amigo" me disse: "Não vai ter gente suficiente pra carregar a alça do seu caixão". Afe! Aquilo foi um choque. Aí, eu achei que tinha que ter amigos e fui fazendo alguns reais por aí, que eu amo muito, mas eu gosto mesmo é de ficar em casa ou, no máximo, de passear no bairrão.

Acontece que, com a internet, eu fico em casa demais e ultimamente tá dureza ver a vida passar lá fora. Às vezes, nem tem assunto para o blog. Então, eu liguei para o meu amigo Fabio Cimino, a pessoa mais interessante e criativa que eu conheci e pedi para cada semana ele me dar uma dica do que eu preciso ver de qualquer jeito. Ele topou :)

autoestima

Enquanto ele não faz isso, eu fui na exposição de arte da minha amiga mais antiga Lea van Steen - categoria irmã, na verdade. Eu me maravilhei de tal forma, nossa. Em uma prateleira havia várias caixinhas de madeira fechadas. Cada uma que você abria, era um surpresa. Cada uma tinha um tema e uma imagem em movimento. Nossa! Nossa! Nossa! Eu imaginei que, a partir daquele dia, minha vida seria como as caixinhas de Lea van Steen e que cada coisa nova que eu visse, fora de casa, seria um sopro de arte e felicidade. (Rua Bela cintra 1535 - até 07/07)

auto estima

Então, se você mora em São Paulo e quiser me convidar para ver coisas ou conhecer pessoas que me surpreendam, e se você não for psicótica - e só neurótica como eu - eu vou aceitar o seu convite :) Mentira, talvez eu não aceite, mas a gente pode tentar ahahaha

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> Bom pra autoestima: matéria legal sobre como lidar com o stress: http://migre.me/59gm6

 

 

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Importantedevido à grande procura para o encontro do VAE do dia 2 de Julho (vagas esgotadas!), repetiremos o evento dia 23 de Julho - informações: giselarao@uol.com.br

A convidada será a terapeuta Eliana Guimarães (Programação Neurolinguística),  que ensinará a vibrar o pensamento na frequência das coisas que você quer conquistar


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Palha = baixa  Madeira = média  Tijolaço = ótima

Hojeautoestima de tijolaço auto-estima

O "lobo mau" interno que me detonou: nenhum

O que fiz de bom por mim? saindo da caixinha :)

Escrito por Gisela Rao às 03h29
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30/06/2011


Dia 127 - Nós e cada "tijolinho" que nos constrói

Foi de propósito que eu decidi não chamar ninguém pra limpar minha casa essa semana. Eu mesma resolvi fazer isso (e, acredite, nem ligar a máquina de lavar eu sabia :(. Fazia muito tempo que eu não pegava numa vassoura piaçava. Talvez desde a infância. Além da minha bagunça tradicional, tinha sal pela casa inteira. Não que eu quisesse espantar nenhum vampiro, não, é que minha irmã número 1 disse que sal quente faz bem pra tendinite. Então, eu botei o sal no pano de prato, usei, e depois esqueci. Aí, quando peguei pra levar à cozinha, a baderna se espalhou.

Limpando a casa, eu me emocionei. E me emocionei porque fui encontrando, em cada canto, um presente que ganhei de um Vigilante nesses dois anos de blog. Cada um com seu maravilhoso significado. 

auto estima

Por um momento eu fique pensando que cada uma das pessoas que passa, com uma boa intenção, pelo blog é um tijolo que acrescento na minha antiga autoestima de palha. E que, oxalá, eu possa fazer o mesmo por ela. Não, não foi à toa que escolhi a simbologia dos Três Porquinhos para esse trabalho. 

No filme "Melhor é Impossível", o personagem de Jack Nicholson se apaixona pela garçonete interpretada por Helen Hunt. Ele nunca consegue fazer um elogio a ela, mas um dia ele toma coragem e diz: "Você fez de mim um homem melhor".

O que posso dizer hoje, aqui, é exatamente isso. Vocês todos fizeram de mim uma pessoa melhor. E ainda sobre a simbologia dos Porquinhos, reproduzo mais um texto maravilhoso da minha parceira Neiva: "Nos momentos de forte impulso de concretizar o VAE, essa história "infantil" aparecia e vinha nos livros de diferentes autores, com ilustrações sedutoras e na fala apaixonada da Gisela. Ela dizia sobre todas as vezes em que se sentiu só, feia e cheia de medos; os Três Porquinhos a mantinham com os olhos no horizonte. Eles a inspiravam a confiar, que dos erros, das avaliações impróprias, podia aprender e construir uma estrutura mais segura, um espaço de proteção da sua fragilidade, mesmo frente as ameaças do próprio eu destrutivo".

 

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PESSOAL INSCRITO NO VAE VIU QUE MUDOU PRA RUA GIRASSOL? FALEM COMIGO!!


> Importante: livro sensacional de Eduardo Haak: Tem uma coisa sobre mim que acho justo você saber

http://twixar.com/KreqfS9rWT


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O "lobo mau" interno que me detonou: nenhum

O que fiz de bom por mim? reconhecendo, reconhecendo 

Escrito por Gisela Rao às 00h53
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29/06/2011


Dia 126 - Nós e nossas ilusões de estimação

A ilusão que fez minha amiga M.B. voltar com o namorado que a traiu lindamente - é a mesma ilusão que fez minha amiga N.A. se apaixonar por um cara casado que nunca largaria a família- e é a mesma ilusão que fez minha querida S.F. dar dinheiro para um namorado que era na realidade um explorador - e é a mesma ilusão que fez meu amigo J.K. achar que daria certo um emprego na Alemanha que uma certa empresa arranjou.

auto estima

Enquanto os orientais fogem desesperadamente das ilusões, nós entramos de cabeça porque somos educados no meio delas. Nossos pais tem a ilusão de que seremos melhores do que eles foram, nosso vizinho compra o carro do ano na ilusão de que terá mais status, a prima casa com o moço na ilusão de que isso preencherá seu vazio existencial e por aí vai...

A vida real é tão terrível assim que a gente precise desesperadamente de uma ilusão de estimação - mesmo sabendo que lá na frente a Jiripoca vai piar? O diretor Woody Allen acha que sim e deixa isso bem claro nos seus últimos filmes: "Você Vai Conhecer o Homem dos seus Sonhos" e "Meia Noite em Paris". 

Se pensamos assim é porque definitivamente estamos no caminho errado. E qual seria o caminho certo? Talvez o mestre espiritual Osho tenha uma boa pista quando diz que "nossa única função nesse planeta é deixá-lo mais amoroso e "perfumado" antes de deixarmos esse corpo/mente". Será que estamos fazendo isso? E não seria melhor fazer isso do que perdermos tempo com ilusões que se desmancham no ar e que caem como um corpo morto cai?

 

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> Importante: leia o artigo do Dr. Leonard Verea sobre a ação que nasce do vazio http://twixar.com/78mNrpt

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O "lobo mau" interno que me detonou: nenhum

O que fiz de bom por mim? no controle das emoções apesar da Claro tentar me matar de infarte

Escrito por Gisela Rao às 00h08
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28/06/2011


Dia 125 - Cadê a magia das nossas vidas?

Hoje, abrindo a gaveta de papéis da cômoda, ouvi um barulho gostoso que há muito tempo não ouvia.O tilintar de guizos de uma antiga tornozeleira de dança indiana, jogada por aí.

auto estima

Esse barulhinho é muito especial e não teve como não me remeter a essas cenas mágicas de filmes de Natal. Me lembrei de um momento bonito na minha vida e há muito tempo não tenho vivido nada parecido. Alguns Dezembros atrás, eu fui visitar minha querida amiga escultora - Christine Yufon. Visitar esta Buda encarnada por si só já é mágico. Ela faz um tour com a gente pela sua casa, mostrando suas esculturas zen e fala sobre os mistérios da vida, misturando português, chinês e inglês. É de uma simplicidade sofisticada como a gente quase nunca vê por aí.

auto estima

Era Natal e saindo da casa de Christine fui até a praça Vila Boin. As árvores estavam muito iluminadas e eu ouvia uma música Celta bem suave. Brisinha morna no rosto e o gosto dos doces de Christine ainda adormecidos na minha boca... Por algum motivo perdi esses momentos na minha vida. Muito corre-corre, muito trabalho, muito mental. Às vezes, quando alguém pergunta de mim, eu digo: não sei, pera, ah,dá pro gasto. Ou, dá para melhorar. Ou, estou bem. Depende do dia. 


Saudade de mim. Do que procuro fora e que já sei que vive dentro. De escrever sem pontuação. Da minha meiguice. De acreditar mais na verdade das pessoas. De me empapuçar de sonhos. De esquecer-me de mim mesma.

"Se procurar bem, você acaba encontrando

não a explicação (duvidosa) da vida,

mas a poesia (inexplicável) da vida."


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Palha = baixa  Madeira = média  Tijolaço = ótima

Hojeautoestima de madeira 

O "lobo mau" interno que me detonou: ausência de mim

O que fiz de bom por mim? "Olhos cheios de lágrimas são capazes de enxergar a beleza da vida e as bênçãos dela” - Osho

Escrito por Gisela Rao às 02h12
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26/06/2011


Dia 124 - Sobre nós e as coisas importantes que nos prometeram

Arrumando meus emails ontem, no domingão, encontrei um para a minha parceira Neiva. Ele falava sobre uma promessa nunca cumprida. Quando eu tinha uns 9/10 anos, meu pai comprou uma fazenda belíssima (infelizmente só durou 1 ano porque ele também é OverSpending). Um dia ele me prometeu um pônei. Eu fiquei super feliz e contei para todos os meus amigos lá da cidade onde era a fazenda. E esperei, e esperei, e esperei... e chegou o dia da exposição de pôneis. Todos os meus amigos vieram me perguntar sobre o meu cavalinho e eu, com vergonha, apontei um pônei preto e branco e lindo. Foi minha primeira grande frustração. E também minha primeira grande mentira.

auto-estima

Se na sua vida alguém te fez uma grande promessa que nunca se cumpriu - e isso dói até hoje - acho que você gostará da resposta que a psicóloga Neiva Bohnenberger me deu:

" Ela, a menina, queria e precisava acreditar no pai herói. A menina teve que manter seu coração bem fechadinho, apertadinho para que não pulasse de lá toda a dor e sofrimento pelas ilusões plantadas, as mentiras contadas nas promessas de feridos e falsos heróis.  É um dasabafo com tanta verdade, que a criança se refaz e revela, agora, a promessa do real e possível futuro. O pônei agora é você !!!

Ele chega depois de muitas marcas, feridas, longas caminhadas, muitas quedas... não mais limpinho, perfeito...Chega, agora, para ti, num grande encontro de um amor revelado, uma Gisela pônei : grande internamente e adulta no olhar o mundo imperfeito, mas a ser feito. 

Já podes ver e mostrar, no teu coração, o amor pelo amado pônei conquistado, um animus de coragem, ação e beleza, refletido na tua capacidade de aceitar o amor por si mesma. 

A solidão é o lugar onde a criança encontra com a sua força e onde o adulto se sabe criança".

Portanto, talvez esteja na hora de você virar a própria promessa que nunca foi cumprida e de encontrar-se na sua própria solidão :)


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> O endereço do VAE mudou! Quem se inscreveu, mande email, por favor!! giselarao@uol.com.br

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> Importante: se você quiser ler sobre atitudes contra a anisedade, clique aqui: http://twixar.com/cHLlVLBRH

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> Urgente: o encontro do Vigilantes da AutoEstima será 2 de Julho e  será num lugar novo e lindo! Só tenho mais 5 vagasgiselarao@uol.com.br

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O que fiz de bom por mim? tentando organizar a vidim

Escrito por Gisela Rao às 16h37
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Gisela Rao
Gisela Rao é publicitária, escritora e está jornalista. Cansada de ver tanta gente se desvalorizando por aí (inclusive ela mesma!), resolveu criar o programa de motivação Vigilantes da AutoEstima, junto com a psicóloga Neiva Bohnenberger. Se anda difícil para você olhar no espelho e dizer "Eu me amo", acompanhe - e participe - dos relatos dessa divertida escritora, totalmente gente-como-a-gente, que se lançou um desafio:
vigiar sua autoestima por 365 dias. Conseguiu! E a saga continua...
Para o alto e avante!





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Tchau, Nestor        Socorro, Leitora!





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